URGENTE: Presidente Lula convoca reunião de emergência no Itamaraty para tratar ataque dos EUA à Venezuela
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou uma reunião de emergência para a manhã deste sábado (3 de janeiro de 2026) no Palácio Itamaraty, em Brasília, para tratar dos recentes acontecimentos envolvendo o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela e as incógnitas sobre o paradeiro do presidente venezuelano Nicolás Maduro após o anúncio de sua captura por parte de autoridades norte-americanas.
Governo brasileiro reage à crise na América Latina
A convocação de Lula ocorre após a divulgação de que as forças dos Estados Unidos teriam lançado uma operação de grande escala no território venezuelano e capturado Nicolás Maduro e sua esposa — informações veiculadas pelo presidente norte-americano Donald Trump em redes sociais, ainda sem confirmação independente por parte de Caracas.
Segundo o Itamaraty, a reunião foi planejada para avaliar os desdobramentos diplomáticos e de segurança regional, além de definir os próximos passos da atuação do Brasil em meio à crise que ganhou repercussão internacional nas últimas horas.
Itamaraty e ministros se reúnem em caráter extraordinário
O encontro no Ministério das Relações Exteriores está previsto para as 10h deste sábado (horário de Brasília) e deve contar com a participação de ministros e assessores de alto escalão do governo brasileiro. A pauta inclui a análise conjunta dos relatos sobre o ataque, a situação de Maduro e as potentiais implicações políticas e humanitárias para toda a América do Sul.
O chanceler Mauro Vieira, que estava de férias, antecipou o retorno a Brasília diante da evolução dos fatos, e o presidente Lula — atualmente na base militar de Marambaia (RJ) — também acompanha o caso de perto e poderá participar remotamente ou antecipar seu retorno à capital federal.
Brasil atento ao impacto regional
O governo brasileiro já havia manifestado, nas últimas semanas, preocupação com a escalada de tensões entre Caracas e Washington, destacando a necessidade de diálogo diplomático para evitar uma crise humanitária e militar na região. Lula chegou a declarar, em discursos recentes, que intervenções externas poderiam representar uma “catástrofe humanitária” para a América do Sul.
Agora, com a nova conjuntura internacional, o encontro emergencial no Itamaraty busca estabelecer uma posição clara do Brasil sobre o conflito, bem como avaliar possíveis coordenações com países vizinhos e organismos multilaterais diante do ataque e das informações divergentes sobre a situação do presidente venezuelano.
Governo brasileiro reage à crise na América Latina
A convocação de Lula ocorre após a divulgação de que as forças dos Estados Unidos teriam lançado uma operação de grande escala no território venezuelano e capturado Nicolás Maduro e sua esposa — informações veiculadas pelo presidente norte-americano Donald Trump em redes sociais, ainda sem confirmação independente por parte de Caracas.
Segundo o Itamaraty, a reunião foi planejada para avaliar os desdobramentos diplomáticos e de segurança regional, além de definir os próximos passos da atuação do Brasil em meio à crise que ganhou repercussão internacional nas últimas horas.
Itamaraty e ministros se reúnem em caráter extraordinário
O encontro no Ministério das Relações Exteriores está previsto para as 10h deste sábado (horário de Brasília) e deve contar com a participação de ministros e assessores de alto escalão do governo brasileiro. A pauta inclui a análise conjunta dos relatos sobre o ataque, a situação de Maduro e as potentiais implicações políticas e humanitárias para toda a América do Sul.
O chanceler Mauro Vieira, que estava de férias, antecipou o retorno a Brasília diante da evolução dos fatos, e o presidente Lula — atualmente na base militar de Marambaia (RJ) — também acompanha o caso de perto e poderá participar remotamente ou antecipar seu retorno à capital federal.
Brasil atento ao impacto regional
O governo brasileiro já havia manifestado, nas últimas semanas, preocupação com a escalada de tensões entre Caracas e Washington, destacando a necessidade de diálogo diplomático para evitar uma crise humanitária e militar na região. Lula chegou a declarar, em discursos recentes, que intervenções externas poderiam representar uma “catástrofe humanitária” para a América do Sul.
Agora, com a nova conjuntura internacional, o encontro emergencial no Itamaraty busca estabelecer uma posição clara do Brasil sobre o conflito, bem como avaliar possíveis coordenações com países vizinhos e organismos multilaterais diante do ataque e das informações divergentes sobre a situação do presidente venezuelano.