Turista argentina cai em golpe da maquininha e paga R$ 20 mil por espiga de milho no Rio
Uma turista argentina foi vítima de um golpe na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde o valor de R$ 20.000 foi debitado de seu cartão no momento da compra de uma espiga de milho.
O caso, ocorrido na última quinta-feira (29 de janeiro de 2026), expõe a sofisticação e o prejuízo causado pelo "golpe da maquininha" na orla carioca. A vítima, que está de férias na cidade, relatou à Delegacia de Atendimento ao Turista (DEAT) que o vendedor ambulante utilizou o visor da máquina danificado ou um aplicativo adulterado para ocultar o valor real da transação.
Dinâmica do Crime e Investigação:
O Golpe: Ao tentar pagar 20 mil. Devido ao reflexo do sol ou a uma película protetora no visor, a vítima não percebeu a alteração e autorizou o pagamento via senha.
A Descoberta: O prejuízo só foi notado horas depois, quando a instituição bancária enviou uma notificação de "gasto atípico". A turista retornou ao local, mas o ambulante já havia desaparecido.
Ação Policial: A Polícia Civil do Rio de Janeiro já identificou que o CNPJ vinculado à máquina pertence a uma empresa de fachada. Imagens de câmeras de segurança de quiosques próximos estão sendo analisadas para identificar o suspeito.
Recomendações de Segurança:
O incidente acendeu um alerta para turistas durante a alta temporada. A Polícia Militar recomenda que pagamentos em quiosques ou com ambulantes sejam feitos, preferencialmente, via aproximação para valores baixos (que não exigem senha) ou que o cliente exija ver o valor no visor antes de qualquer interação com o teclado. Além disso, é fundamental solicitar o comprovante de venda impresso.
O banco da turista informou que iniciou o processo de contestação da compra, mas o estorno depende da comprovação da fraude junto à operadora da maquininha.
O caso, ocorrido na última quinta-feira (29 de janeiro de 2026), expõe a sofisticação e o prejuízo causado pelo "golpe da maquininha" na orla carioca. A vítima, que está de férias na cidade, relatou à Delegacia de Atendimento ao Turista (DEAT) que o vendedor ambulante utilizou o visor da máquina danificado ou um aplicativo adulterado para ocultar o valor real da transação.
Dinâmica do Crime e Investigação:
O Golpe: Ao tentar pagar 20 mil. Devido ao reflexo do sol ou a uma película protetora no visor, a vítima não percebeu a alteração e autorizou o pagamento via senha.
A Descoberta: O prejuízo só foi notado horas depois, quando a instituição bancária enviou uma notificação de "gasto atípico". A turista retornou ao local, mas o ambulante já havia desaparecido.
Ação Policial: A Polícia Civil do Rio de Janeiro já identificou que o CNPJ vinculado à máquina pertence a uma empresa de fachada. Imagens de câmeras de segurança de quiosques próximos estão sendo analisadas para identificar o suspeito.
Recomendações de Segurança:
O incidente acendeu um alerta para turistas durante a alta temporada. A Polícia Militar recomenda que pagamentos em quiosques ou com ambulantes sejam feitos, preferencialmente, via aproximação para valores baixos (que não exigem senha) ou que o cliente exija ver o valor no visor antes de qualquer interação com o teclado. Além disso, é fundamental solicitar o comprovante de venda impresso.
O banco da turista informou que iniciou o processo de contestação da compra, mas o estorno depende da comprovação da fraude junto à operadora da maquininha.