Trump diz que EUA vão governar Venezuela e preparar controle do setor petrolífero após captura de Maduro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington assumirá temporariamente a administração da Venezuela após a operação militar que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, e que o país será governado de forma interina até que uma “transição segura e judiciosa” seja concluída. Trump também anunciou que grandes empresas petrolíferas americanas serão encaminhadas ao país para recuperar e operar o setor de petróleo venezuelano, que possui as maiores reservas do mundo.
“Vamos governar o país até haver uma transição segura”
Em coletiva realizada em Mar-a-Lago (Flórida) após a captura de Maduro e de sua esposa, Trump declarou que os Estados Unidos “vão governar a Venezuela até que seja possível implementar uma transição segura, adequada e criteriosa”, sem estabelecer um cronograma definitivo. Segundo ele, isso inclui supervisionar a administração do país e dirigir suas instituições políticas e econômicas durante o período de transição.
Trump afirmou ainda que não teme “boots on the ground” (forças terrestres), indicando abertura ao uso de tropas caso necessário, e disse que a administração ficará a cargo de um grupo a ser designado em breve, sem detalhar previamente quem serão os responsáveis por essa gestão interina.
Controle do petróleo venezuelano
O presidente americano também reforçou que companhias petrolíferas dos EUA atuarão na Venezuela, com o objetivo de reconstruir a infraestrutura petrolífera do país e explorar seu potencial de produção, que foi deteriorado nas últimas décadas. Trump afirmou que empresas americanas irão gastar bilhões de dólares para recuperar campos e refinarias, e que isso beneficiará a economia venezuelana — embora o embargo sobre o petróleo venezuelano continue em vigor no curto prazo.
A Venezuela possui a maior reserva de petróleo comprovada do mundo, o que tem gerado análises de que o interesse americano na região inclui, além de objetivos políticos, interesses econômicos e energéticos significativos.
Reações e contexto regional
A declaração de Trump provocou críticas de governos latino-americanos e de organismos internacionais, que classificaram a ação como uma violação da soberania venezuelana e um exemplo de intervenção militar direta. Autoridades venezuelanas — incluindo a vice-presidente Delcy Rodríguez — pediram a libertação imediata de Maduro e sua esposa, questionando a legalidade da operação e convocando resistência nacional.
Especialistas em direito internacional alertam que a situação pode provocar tensões diplomáticas e um grande debate sobre legitimidade de intervenções externas em países soberanos, enquanto alguns parlamentares americanos também manifestaram preocupação sobre a ampliação do uso de força militar sem autorização explícita do Congresso.
“Vamos governar o país até haver uma transição segura”
Em coletiva realizada em Mar-a-Lago (Flórida) após a captura de Maduro e de sua esposa, Trump declarou que os Estados Unidos “vão governar a Venezuela até que seja possível implementar uma transição segura, adequada e criteriosa”, sem estabelecer um cronograma definitivo. Segundo ele, isso inclui supervisionar a administração do país e dirigir suas instituições políticas e econômicas durante o período de transição.
Trump afirmou ainda que não teme “boots on the ground” (forças terrestres), indicando abertura ao uso de tropas caso necessário, e disse que a administração ficará a cargo de um grupo a ser designado em breve, sem detalhar previamente quem serão os responsáveis por essa gestão interina.
Controle do petróleo venezuelano
O presidente americano também reforçou que companhias petrolíferas dos EUA atuarão na Venezuela, com o objetivo de reconstruir a infraestrutura petrolífera do país e explorar seu potencial de produção, que foi deteriorado nas últimas décadas. Trump afirmou que empresas americanas irão gastar bilhões de dólares para recuperar campos e refinarias, e que isso beneficiará a economia venezuelana — embora o embargo sobre o petróleo venezuelano continue em vigor no curto prazo.
A Venezuela possui a maior reserva de petróleo comprovada do mundo, o que tem gerado análises de que o interesse americano na região inclui, além de objetivos políticos, interesses econômicos e energéticos significativos.
Reações e contexto regional
A declaração de Trump provocou críticas de governos latino-americanos e de organismos internacionais, que classificaram a ação como uma violação da soberania venezuelana e um exemplo de intervenção militar direta. Autoridades venezuelanas — incluindo a vice-presidente Delcy Rodríguez — pediram a libertação imediata de Maduro e sua esposa, questionando a legalidade da operação e convocando resistência nacional.
Especialistas em direito internacional alertam que a situação pode provocar tensões diplomáticas e um grande debate sobre legitimidade de intervenções externas em países soberanos, enquanto alguns parlamentares americanos também manifestaram preocupação sobre a ampliação do uso de força militar sem autorização explícita do Congresso.