Tragédia em Juiz de Fora: Mês mais chuvoso da história deixa 30 mortos e milhares em risco
Juiz de Fora enfrenta estado de calamidade pública após chuvas históricas em fevereiro de 2026. Confira o número de mortos, bairros afetados e orientações da Defesa Civil.
Calamidade em Juiz de Fora: Cidade enfrenta o fevereiro mais chuvoso já registrado
A cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, vive em fevereiro de 2026 a maior catástrofe climática de sua história recente. Após uma sequência de tempestades extremas iniciada em 23 de fevereiro, a prefeita Margarida Salomão decretou estado de calamidade pública. O volume de chuva acumulado já ultrapassou 584 mm, o que representa cerca de 270% da média esperada para todo o mês.
Balanço de Mortes e Desaparecidos:
Até a manhã desta quarta-feira, 25 de fevereiro, as autoridades confirmaram os seguintes dados:
Mortos: 30 vítimas confirmadas apenas em Juiz de Fora (36 no total da região, incluindo Ubá).
Desaparecidos: Dezenas de pessoas seguem sendo procuradas por bombeiros e voluntários sob os escombros de casas soterradas.
Desabrigados: Aproximadamente 3.000 pessoas precisaram deixar suas casas devido a soterramentos ou alagamentos críticos.
As Áreas de Maior Risco e Bairros Afetados:
Juiz de Fora é atualmente a 9ª cidade do Brasil com mais pessoas vivendo em áreas de risco (cerca de 130 mil moradores), segundo o Cemaden. O relevo acidentado e as encostas íngremes tornam os seguintes locais extremamente vulneráveis:
Zonas de Inundação: O Rio Paraibuna transbordou, deixando bairros como Industrial, Santa Luzia, Democrata e Cerâmica ilhados ou sob as águas.
Zonas de Deslizamento: Evacuações preventivas foram determinadas para os bairros Três Moinhos, Vila Ideal, Esplanada e Paineiras.
Vias Interditadas: Pontos como o Mergulhão, Avenida JK e ruas centrais como Floriano Peixoto sofreram bloqueios severos.
Orientações e Medidas de Segurança:
O Governo de Minas Gerais e a Defesa Civil emitiram alertas contínuos de Risco Muito Alto para novos deslizamentos e doenças transmitidas por enchentes:
Sinais de Alerta: Fique atento a rachaduras em paredes, estalos em encostas, postes inclinados e água barrenta descendo morros.
Evacuação: Se receber ordem de saída ou residir em encosta instável, procure abrigo em casas de parentes ou nos pontos de apoio da Prefeitura imediatamente.
Saúde: Evite o contato direto com águas de enchentes para prevenir doenças como leptospirose. Crianças não devem brincar em áreas alagadas.
As aulas nas redes municipal e estadual, além de atividades na UFJF, permanecem suspensas até o final desta semana.
Calamidade em Juiz de Fora: Cidade enfrenta o fevereiro mais chuvoso já registrado
A cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, vive em fevereiro de 2026 a maior catástrofe climática de sua história recente. Após uma sequência de tempestades extremas iniciada em 23 de fevereiro, a prefeita Margarida Salomão decretou estado de calamidade pública. O volume de chuva acumulado já ultrapassou 584 mm, o que representa cerca de 270% da média esperada para todo o mês.
Balanço de Mortes e Desaparecidos:
Até a manhã desta quarta-feira, 25 de fevereiro, as autoridades confirmaram os seguintes dados:
Mortos: 30 vítimas confirmadas apenas em Juiz de Fora (36 no total da região, incluindo Ubá).
Desaparecidos: Dezenas de pessoas seguem sendo procuradas por bombeiros e voluntários sob os escombros de casas soterradas.
Desabrigados: Aproximadamente 3.000 pessoas precisaram deixar suas casas devido a soterramentos ou alagamentos críticos.
As Áreas de Maior Risco e Bairros Afetados:
Juiz de Fora é atualmente a 9ª cidade do Brasil com mais pessoas vivendo em áreas de risco (cerca de 130 mil moradores), segundo o Cemaden. O relevo acidentado e as encostas íngremes tornam os seguintes locais extremamente vulneráveis:
Zonas de Inundação: O Rio Paraibuna transbordou, deixando bairros como Industrial, Santa Luzia, Democrata e Cerâmica ilhados ou sob as águas.
Zonas de Deslizamento: Evacuações preventivas foram determinadas para os bairros Três Moinhos, Vila Ideal, Esplanada e Paineiras.
Vias Interditadas: Pontos como o Mergulhão, Avenida JK e ruas centrais como Floriano Peixoto sofreram bloqueios severos.
Orientações e Medidas de Segurança:
O Governo de Minas Gerais e a Defesa Civil emitiram alertas contínuos de Risco Muito Alto para novos deslizamentos e doenças transmitidas por enchentes:
Sinais de Alerta: Fique atento a rachaduras em paredes, estalos em encostas, postes inclinados e água barrenta descendo morros.
Evacuação: Se receber ordem de saída ou residir em encosta instável, procure abrigo em casas de parentes ou nos pontos de apoio da Prefeitura imediatamente.
Saúde: Evite o contato direto com águas de enchentes para prevenir doenças como leptospirose. Crianças não devem brincar em áreas alagadas.
As aulas nas redes municipal e estadual, além de atividades na UFJF, permanecem suspensas até o final desta semana.