Inquérito Militar conclui que “ET de Varginha” era um homem observado agachado, não um extraterrestre
Um Inquérito Policial Militar (IPM) do Superior Tribunal Militar (STM) revisitou oficialmente o famoso caso do “ET de Varginha”, ocorrido em 1996 no sul de Minas Gerais, e concluiu que a história não envolveu criaturas extraterrestres, mas sim um homem conhecido na cidade por andar agachado, confundido com um “ser estranho” por testemunhas na época.
Documentos oficiais revisam um dos grandes mitos da ufologia brasileira
O inquérito, com mais de 600 páginas e aberto em março de 1997, foi publicado e está disponível no site do Superior Tribunal Militar, que respondeu às dúvidas em torno da investigação sobre o suposto contato com um alienígena e a possível participação de militares no caso.
Segundo o relatório, três jovens relataram ter visto uma criatura estranha próxima a um muro durante um dia de chuva, o que gerou a história de um extraterrestre que teria sido abordado e até movimentado por militares.
No entanto, o inquérito concluiu que o que foi avistado era, muito provavelmente, um homem com transtornos mentais, já conhecido em Varginha por circular frequentemente agachado (de cócoras) nas ruas, e que foi interpretado erroneamente como uma entidade alienígena devido às condições climáticas e à tensão do momento.
Tribunal nega participação militar no episódio
Os autos do inquérito também verificaram relatos sobre viaturas e envolvimento das Forças Armadas, mas não encontraram qualquer evidência de que o Exército tenha capturado ou transportado uma criatura extraterrestre. Depoimentos de militares ouvidos no processo afirmaram que não houve participação militar em qualquer operação relacionada ao avistamento.
A investigação admitiu que as versões originais se originaram de uma má interpretação de um avistamento, motivada por testimoniais em condições adversas de chuva e por relatos que ganharam repercussão nacional nas semanas seguintes ao episódio.
Legado e repercussão
O chamado caso do “ET de Varginha” tornou-se uma das narrativas mais emblemáticas da ufologia brasileira, gerando livros, debates, documentários e excursões turísticas por décadas. Mesmo após três décadas, a conclusão formal de que o episódio se baseou em um erro de percepção de uma pessoa humana e não em um ser de outro planeta marca um ponto importante na reavaliação histórica do fato.
Grupos de ufólogos e entusiastas ainda contestam algumas versões, mas os documentos oficiais do STM disponíveis ao público têm reforçado o entendimento de que não há provas de vida extraterrestre envolvidas no caso.
Documentos oficiais revisam um dos grandes mitos da ufologia brasileira
O inquérito, com mais de 600 páginas e aberto em março de 1997, foi publicado e está disponível no site do Superior Tribunal Militar, que respondeu às dúvidas em torno da investigação sobre o suposto contato com um alienígena e a possível participação de militares no caso.
Segundo o relatório, três jovens relataram ter visto uma criatura estranha próxima a um muro durante um dia de chuva, o que gerou a história de um extraterrestre que teria sido abordado e até movimentado por militares.
No entanto, o inquérito concluiu que o que foi avistado era, muito provavelmente, um homem com transtornos mentais, já conhecido em Varginha por circular frequentemente agachado (de cócoras) nas ruas, e que foi interpretado erroneamente como uma entidade alienígena devido às condições climáticas e à tensão do momento.
Tribunal nega participação militar no episódio
Os autos do inquérito também verificaram relatos sobre viaturas e envolvimento das Forças Armadas, mas não encontraram qualquer evidência de que o Exército tenha capturado ou transportado uma criatura extraterrestre. Depoimentos de militares ouvidos no processo afirmaram que não houve participação militar em qualquer operação relacionada ao avistamento.
A investigação admitiu que as versões originais se originaram de uma má interpretação de um avistamento, motivada por testimoniais em condições adversas de chuva e por relatos que ganharam repercussão nacional nas semanas seguintes ao episódio.
Legado e repercussão
O chamado caso do “ET de Varginha” tornou-se uma das narrativas mais emblemáticas da ufologia brasileira, gerando livros, debates, documentários e excursões turísticas por décadas. Mesmo após três décadas, a conclusão formal de que o episódio se baseou em um erro de percepção de uma pessoa humana e não em um ser de outro planeta marca um ponto importante na reavaliação histórica do fato.
Grupos de ufólogos e entusiastas ainda contestam algumas versões, mas os documentos oficiais do STM disponíveis ao público têm reforçado o entendimento de que não há provas de vida extraterrestre envolvidas no caso.