Cão é baleado por Policial Militar no Rio Grande do Sul e gera revolta
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Episódio ocorre em meio a protestos nacionais por justiça pelo cão Orelha; Brigada Militar investiga a conduta do agente.
Um novo episódio de violência contra animais choca o país e intensifica o debate sobre maus-tratos. No Rio Grande do Sul, um cachorro foi baleado por um Policial Militar, gerando indignação imediata da comunidade local e de ativistas. O caso acontece em uma semana marcada por luto e manifestações após o assassinato brutal do cão Orelha, em Florianópolis.
De acordo com relatos preliminares, o disparo teria ocorrido durante uma abordagem ou circulação da guarnição em via pública. O animal foi atingido e o estado de saúde ainda é monitorado por veterinários locais. Imagens do ocorrido começaram a circular nas redes sociais, pressionando por uma resposta rápida das autoridades gaúchas.
Investigação e Posicionamento Oficial:
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do disparo e verificar se houve excesso ou descumprimento de protocolos por parte do policial envolvido. Em casos de crimes cometidos por servidores públicos, a punição pode ser agravada.
Ativistas da causa animal, como a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), que frequentemente monitora casos de violência contra animais no estado, já cobram transparência total na investigação. O incidente reforça o movimento que pede a revisão das punições previstas na Lei Federal 14.064/20, a Lei Sansão.
Contexto Nacional de Revolta:
A notícia do cão baleado no RS inflamou ainda mais os grupos que organizam as manifestações deste domingo (01/02) no Rio de Janeiro e em outras capitais. O que era um protesto focado no caso Orelha está se transformando em um clamor nacional contra a impunidade em casos de violência animal perpetrados tanto por civis quanto por agentes do estado.
Para quem testemunhar atos de violência contra animais no Rio Grande do Sul, a denúncia pode ser feita através do Linha Direta da Polícia Civil (181) ou pelo canal de Emergência da Brigada Militar (190).
Um novo episódio de violência contra animais choca o país e intensifica o debate sobre maus-tratos. No Rio Grande do Sul, um cachorro foi baleado por um Policial Militar, gerando indignação imediata da comunidade local e de ativistas. O caso acontece em uma semana marcada por luto e manifestações após o assassinato brutal do cão Orelha, em Florianópolis.
De acordo com relatos preliminares, o disparo teria ocorrido durante uma abordagem ou circulação da guarnição em via pública. O animal foi atingido e o estado de saúde ainda é monitorado por veterinários locais. Imagens do ocorrido começaram a circular nas redes sociais, pressionando por uma resposta rápida das autoridades gaúchas.
Investigação e Posicionamento Oficial:
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do disparo e verificar se houve excesso ou descumprimento de protocolos por parte do policial envolvido. Em casos de crimes cometidos por servidores públicos, a punição pode ser agravada.
Ativistas da causa animal, como a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), que frequentemente monitora casos de violência contra animais no estado, já cobram transparência total na investigação. O incidente reforça o movimento que pede a revisão das punições previstas na Lei Federal 14.064/20, a Lei Sansão.
Contexto Nacional de Revolta:
A notícia do cão baleado no RS inflamou ainda mais os grupos que organizam as manifestações deste domingo (01/02) no Rio de Janeiro e em outras capitais. O que era um protesto focado no caso Orelha está se transformando em um clamor nacional contra a impunidade em casos de violência animal perpetrados tanto por civis quanto por agentes do estado.
Para quem testemunhar atos de violência contra animais no Rio Grande do Sul, a denúncia pode ser feita através do Linha Direta da Polícia Civil (181) ou pelo canal de Emergência da Brigada Militar (190).