Brigitte Bardot, ícone do cinema francês e ativista pelos animais, morre aos 91 anos
A atriz francesa Brigitte Bardot, uma das maiores estrelas do cinema mundial nas décadas de 1950 e 1960, morreu aos 91 anos, conforme anunciado pela Fundação Brigitte Bardot neste domingo (28). Bardot ganhou fama internacional por sua presença magnética nas telas, seu papel em filmes clássicos e, posteriormente, pelo ativismo em defesa dos direitos dos animais, missão à qual dedicou grande parte de sua vida após abandonar a carreira cinematográfica.
Ícone cultural do cinema e símbolo de liberdade
Brigitte Bardot tornou-se um fenômeno global após estrelar o filme “E Deus Criou a Mulher” (And God Created Woman) em 1956, sob direção de Roger Vadim, seu então marido. A produção projetou Bardot como um dos principais símbolos sexuais do cinema francês e mundial, influenciando moda, comportamento e cultura popular. Ao longo de sua carreira, participou de cerca de 50 filmes, incluindo clássicos como O Desprezo (1963).
Natural de Paris, Bardot iniciou sua trajetória artística como bailarina e modelo antes de se tornar atriz, alcançando destaque em produções que marcaram uma nova era do cinema europeu. Sua carreira na sétima arte foi relativamente curta—ela se aposentou em 1973—mas o impacto de sua obra e imagem permaneceu ao longo das décadas.
Vida pós-cinema: ativismo e dedicação aos animais
Após deixar o cinema, Bardot mudou-se para Saint-Tropez, na Riviera Francesa, onde fundou em 1986 a Brigitte Bardot Foundation, organização voltada ao bem-estar animal. A atriz dedicou seus últimos anos à luta contra a crueldade animal e a proteção de espécies em risco, transformando-se em uma figura de referência internacional no ativismo em prol dos direitos dos animais.
A fundação anunciou sua morte com “imensa tristeza”, ressaltando o empenho de Bardot em expandir a causa animalista e o legado deixado por sua obra artística e humanitária. Não foram divulgados detalhes sobre causa, local ou hora exata do falecimento.
Legado e repercussão
A morte de Bardot provocou comoção entre admiradores do cinema clássico, artistas e organizações de proteção animal ao redor do mundo. Considerada uma lenda cinematográfica, sua trajetória abrange não apenas o estrelato nas telas, mas também um compromisso duradouro com causas sociais, especialmente a defesa dos animais.
Sua influência transcende gerações, e sua imagem continua a ser celebrada em estudos sobre cinema, cultura pop e a história das artes visuais.
Ícone cultural do cinema e símbolo de liberdade
Brigitte Bardot tornou-se um fenômeno global após estrelar o filme “E Deus Criou a Mulher” (And God Created Woman) em 1956, sob direção de Roger Vadim, seu então marido. A produção projetou Bardot como um dos principais símbolos sexuais do cinema francês e mundial, influenciando moda, comportamento e cultura popular. Ao longo de sua carreira, participou de cerca de 50 filmes, incluindo clássicos como O Desprezo (1963).
Natural de Paris, Bardot iniciou sua trajetória artística como bailarina e modelo antes de se tornar atriz, alcançando destaque em produções que marcaram uma nova era do cinema europeu. Sua carreira na sétima arte foi relativamente curta—ela se aposentou em 1973—mas o impacto de sua obra e imagem permaneceu ao longo das décadas.
Vida pós-cinema: ativismo e dedicação aos animais
Após deixar o cinema, Bardot mudou-se para Saint-Tropez, na Riviera Francesa, onde fundou em 1986 a Brigitte Bardot Foundation, organização voltada ao bem-estar animal. A atriz dedicou seus últimos anos à luta contra a crueldade animal e a proteção de espécies em risco, transformando-se em uma figura de referência internacional no ativismo em prol dos direitos dos animais.
A fundação anunciou sua morte com “imensa tristeza”, ressaltando o empenho de Bardot em expandir a causa animalista e o legado deixado por sua obra artística e humanitária. Não foram divulgados detalhes sobre causa, local ou hora exata do falecimento.
Legado e repercussão
A morte de Bardot provocou comoção entre admiradores do cinema clássico, artistas e organizações de proteção animal ao redor do mundo. Considerada uma lenda cinematográfica, sua trajetória abrange não apenas o estrelato nas telas, mas também um compromisso duradouro com causas sociais, especialmente a defesa dos animais.
Sua influência transcende gerações, e sua imagem continua a ser celebrada em estudos sobre cinema, cultura pop e a história das artes visuais.